quinta-feira, 3 de março de 2011

Lançada edição n.23 da Revista Espírito Livre!


A capa deste mês de fevereiro traz uma frase que ilusta dois sentidos distintos do ato de navegar na web. A palavra “preciso” aponta para o sentido de necessidade e ao mesmo tempo no sentido de precisão. Explicado os dois aspectos que norteiam o tema, ficam algumas perguntas: É realmente necessário navegar na web? Alguns especialistas dizem que sim, outros que não. E esse ato de navegar, é preciso? É delineado e sem problemas ou desvios pelo caminho? Tal tema nos leva a refletir algumas verdades que nos são ditas quase todos os dias, sobre neutralidade na rede, sobre anonimato, sobre a função de nossos navegadores, a seriedade de alguns locais para visitar, entre outros. A web, hoje, coloca a disposição dos internautas, o que há de melhor (e pior) no que diz respeito a informação, tecnologia, culturas e o que mais se pode imaginar. A possibilidade de ter acesso a todo o tipo de informação abre horizontes e mares para curiosos e também abre precedentes para criminosos, como toda sociedade. É preciso entender, bem como separar o “joio do trigo”. E essa abertura de horizontes e culturas só tende a aumentar, conforme se a avança a tecnologia e com o aumento de novos dispositivos interligados a rede, como smartphones e celulares. Paralelo a isso, criam-se tecnologias para controlar ou pelo menos amenizar os impactos desse “excesso” de espaço, como por exemplo os controles parentais, que visam disponibilizar tecnologias de controle de acesso a recursos ou dispositivos, normalmente utilizados em lugares onde existem crianças. Alguns concordam que devem existir, outros acham que ao invés de bloquear é necessário educar, outros acham que é importante que se faça um pouco de cada uma delas. Polêmicas a parte, o uso da web já chegou a um nível que não é mais necessário o uso de computadores comuns para que o processo de navegação ocorra, basta um celular com recursos de navegação, o que, de certa forma, é algo bastante comum atualmente.
E o que a web nos reserva? Que novas tecnologias antes planejadas e agora disponíveis, abrigam nossos navegadores? Para responder essas e outras indagações, conversamos com Jonathan Xia, desenvolvedor da Mozilla Foundation. Em uma extensa entrevista, ele nos revela os próximos passos do popular navegador Mozilla Firefox. Diante do mesmo tema, vários colaboradores e colunistas levantaram importantes questões que envolvem toda essa evolução da web.
Murilo Machado levanta algumas questões sobre as recentes polêmicas de bloqueio da Internet no Egito, Wilkens Lenon, aponta os caminhos e diretrizes para uma Internet livre e André Gondim fala dos benefícios proporcionados pela Internet. Paulo Teixeira fala sobre os Centros de Inclusão, Gilberto Sudré fala dos perigos reais encontrados no mundo virtual, já Hailton Lemos levanta as similaridades entre a biologia e as redes sociais, que são a grande “febre” da web. Evaldo Júnior levanta as imprecisões da experiência de se navegar na web e Aline Abreu questiona até que ponto pode se haver liberdade na Internet. Como se pode ver vários são os ramos que se desdobram do tema principal. E ainda há muito o que falar…
Esta edição ainda apresenta vários outros artigos legais e que merecem toda a nossa atenção. Carlos Eduardo, o responsável por nossas capas, nos traz um tutorial bem interessante, que explica como criar efeitos em olhos, utilizando o Gimp, nosso conhecido editor de imagens. Aleksandro Montanha fala sobre o Software Livre Social, enquanto Osvaldo Filho fala sobre TI Verde. Em mais um artigo sobre Zabbix, Aécio Pires e André Déo falam sobre agora sobre a interface web dessa poderosa ferramenta de administração de rede. Tiago Passos aborda o Subversion, um conhecido sistema para controle de versões. Além destas contribuições, várias outras completam a edição, com igual qualidade.
Desta forma, como em todas as nossa edições, tentamos apresentar a você, leitor, conteúdo diversificado e de qualidade, atendendo aos mais variados públicos. E quem ganha com isso? Novamente você, leitor.
Um abraço a todos e a gente se vê… E agora, “bora” navegar?!

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